Artes

  • O Bairro da Tabela Periódica

    Manuel João Monte

    U.Porto Edições,2019

    "Cheio de surpresas curiosas e revelações fascinantes, este texto denuncia também a evidência de que, até nos elementos, conseguimos discriminar o género feminino. E, de forma subtil, enquanto transmite noções fundamentais da química deixa-nos entretidos. Enjoy it as I did!"
    Alexandre Quintanilha

    "Manuel João Monte sonhou estes mesmos elementos, que hoje já são 118, arrumados nos seus quatro blocos para discutir as suas diferentes afinidades e antagonismos. É da diversidade que se faz a Química e também este mundo onde vivemos e de que somos feitos nós próprios. A Química dá força a um argumento que junta os dramas da vida humana com o grande drama da natureza."
    José Ferreira Gomes

    "Há um bocado de tudo, desde referências ao Big Bang e à matéria escura, a uma interessante discussão sobre a dicotomia de identidade-efemeridade dos elementos radioativos e transuranianos ... Por tudo isto e muito mais, “O Bairro da Tabela Periódica” de Manuel João Monte, é um texto de muito grande valor pedagógico e que merece uma leitura atenta."
    Orfeu Bertolami

  • Bordalo Pinheiro

    170 anos depois

    U.Porto Edições,2016

    Catálogo da exposição “Bordalo Pinheiro: 170 anos depois por alunos de Belas Artes”, patente no Edifício da Reitoria da Universidade do Porto, em julho e agosto de 2016. Integrada nas comemorações dos 170 anos do nascimento de Rafael Bordalo Pinheiro, esta exposição inédita reuniu cerca de duas dezenas de trabalhos em vidro e cerâmica, produzidos por estudantes dos diferentes ciclos de estudo da Faculdade de Belas Artes da U.Porto (FBAUP), que apresentaram a sua interpretação pessoal da obra do artista. A mostra foi comissariada por Teresa Almeida e Leonor Dupic.

    Reconhecido essencialmente pelo seu trabalho como caricaturista, Rafael Bordalo Pinheiro (1846 – 1905) deixou também uma vasta obra como ceramista. É essa faceta que aquela exposição deu a conhecer.

    A exposição resulta de uma organização conjunta da Unidade de Cultura da Reitoria da U.Porto e da FBAUP, com o apoio da Museu Bordalo Pinheiro.

  • Artificial Aesthetics

    Miguel Carvalhais

    U.Porto Edições,2016

    Artificial Aesthetics estuda o uso dos sistemas computacionais no design e nas artes. À medida que os computadores e sistemas computacionais se têm tornado cada vez mais ubíquos e que aumenta a sua importância cultural e económica, eles têm contribuído para alterações dramáticas nos media e naquilo que com e para eles é produzido. Estes sistemas permitem-nos produzir artefactos tão grandiosos, dramáticos, profundos e comoventes como quaisquer outros, mas conseguem também comunicar de formas novas e únicas, que são possibilitadas pela sua natureza procedimental. Artificial Aesthetics estuda estes artefactos, as suas propriedades procedimentais, e o seu papel na emergência de novas formas de autoria, criação, e fruição estética.

  • Mono 2 - Cochlear Poetics:

    Writings on Music and Sound Arts

    Pedro Tudela

    Miguel Carvalhais

    Faculdade de Belas Artes da U. Porto (FBAUP),2013

    This volume concerns music, sound arts and sound in the arts and media. It collects reflections on theory and practice, on composition, performance, technique, virtuosity and aesthetics, as well as on publishing strategies and other issues brought about by computational technologies. It tries to traverse a convoluted map of artistic and design practices that are developed through sound, or that intersect with sonic arts in increasingly complex ways.

    The contributors to this publication include composers, musicians, artists, designers, educators, publishers and curators. Their texts chart creative opportunities and help to discover new music and new ways to create music, to grasp new art forms and to better understand those that already populate an ever-shifting landscape of media technologies for the production and consumption of music and sound media. They are threaded by a graphic essay that draws on its themes and textual contents to develop an issue-wide composition that engages with them in a constructive dialogue.

  • Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis

    O Ensino Técnico Artístico no Porto durante o Estado Novo (1948-1973)

    Francisco Perfeito Caetano

    U.Porto Edições,2012

    Esta obra debruça-se sobre a problemática do ensino técnico, em particular do ensino técnico artístico no Porto durante o Estado Novo, entre 1948, quando se promulga o Estatuto do Ensino Profissional Industrial e Comercial, e 1973, ano em que cessa o ensino técnico e se instaura o ensino secundário unificado. Partindo do estudo geral sobre o ensino técnico, caminha-se para a análise detalhada do ensino técnico artístico, particularmente no modus faciendi existente na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis – Porto. A abordagem que é feita a esta escola interliga-se com a sua construção ao longo dos tempos enquanto escola de artes, tanto na vertente diurna e noturna, como na Secção Preparatória às Belas Artes. Salienta-se também o seu valor institucional no contexto portuense, entre os anos 40 e 70 do século XX, e o seu contributo para o desenvolvimento económico, social e cultural da região.

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  • Retratos Legendados

    Serafim Correia Pinto Guimarães

    U.Porto Edições,2012

    Serafim Guimarães reúne neste livro um conjunto de retratos, da sua autoria, de personalidades de grande relevância na vida pública portuguesa, no campo das artes, da política e da medicina, Os retratos são acompanhados por pequenos textos sobre cada uma das personalidades que espelham a relação do retratista com o retratado.

  • O Lugar do Olhar

    A cianotopia no ensino em artes visuais

    Joaquim Jesus

    U.Porto Edições,2011

    O Lugar do Olhar é um texto que resulta de uma experiência em contexto de prática pedagógica supervisionada. A partir do diálogo entre uma fotografia com câmara e uma fotografia sem câmara constrói-se uma alegoria que possibilita pensar criticamente a construção da visualidade do aluno e do professor no ensino em artes visuais, bem como os efeitos desta na produção de subjectividades. Para esse efeito, a Cianotipia, enquanto instrumento conceptual deste discurso, irá permitir abordar, através de um olhar crítico sobre o ensino das artes visuais, algumas questões “permanentes” em educação. Este livro, que é em grande parte resultante do primeiro mestrado profissionalizante em Ensino das Artes Visuais no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário, assume-se como uma articulação entre a acção e a reflexão crítica em artes visuais, pensando o papel do professor como artista nesta área específica da paisagem escolar. Os dispositivos da visão têm moldado os nossos olhares e, portanto, os nossos saberes… por isso é importante considerar com seriedade o processo de aprender a ver.

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  • Falácia

    Carl Djerassi

    U.Porto Edições,2011

    Tradução para português da peça de teatro Phallacy, de Carl Djerassi. O termo resulta da combinação de Phalus (falo) com Fallacy (falácia), sugestiva recriação verbal que insinua parte do enredo da peça. A tradução é de Manuel João Monte, Professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
    Nesta obra Carl Djerassi preocupa-se com as peculiaridades e idiossincrasias do historiador de arte e do cientista, quando examinam a idade de uma obra de arte através das suas perspectivas intrinsecamente diferentes: a de connoisseur nos campos da estética e da história de arte versus a fria análise material. Além disso, também quis explorar as ramificações de uma desvirtualização muito conhecida que transcende o fosso entre estudioso de arte e cientista: a paixão por uma hipótese favorita que se defende contra quaisquer novos factos e provas. (Carl Djerassi in Falácia)

  • Fazer falar a pintura

    António Quados Ferreira (org.)

    U.Porto Edições,2011

    Fazer Falar a Pintura é um projecto de discurso académico sobre a arte, sobre o ensino da arte, sobre a pintura, e o ensino da pintura em particular, realizado na primeira pessoa e em discurso directo pelos próprios académicos (artistas-professores e/ou artistasinvestigadores). O livro apresenta testemunhos de 58 professores-pintores de Portugal, Espanha, França e Bélgica, nos quais a produção artística se alia ao discurso na primeira pessoa. Cada autor apresenta uma imagem e um texto que incide sobre a especificidade do objecto da pintura, descrevendo-o. Pretende-se, desta forma, equacionar o ensino da pintura pelos pintores-professores, pela via também do texto de artista, pela via do princípio de se pensar o fazer a pintura. Fazer falar a pintura é, pois, pensar a pintura, pensar o fazer.

  • Teatro do Mundo, 5

    Tradição e vanguardas: cenas de uma conversa inacabada

    Cristina Marinho (org.)

    Nuno Pinto Ribeiro (org.)

    Faculdade de Letras da U. Porto (FLUP),2011

    Obra que reúne grande parte das conferências apresentadas no âmbito do Vº Colóquio Internacional do Centro de Estudos Teatrais da Universidade do Porto (Faculdade de Letras, 2009): «o Cinema, a Filosofia, a Arquitectura, a História da Arte ou a Sociologia juntam-se», como nota o editor, «em harmoniosa combinação de materiais, de múltiplos equilíbrios e resistências, aos estudos acerca do texto dramático e sobre o espectáculo teatral, numa distribuição que não pretende exprimir prioridades - elas são definidas tão só pelos interesses do leitor - mas sublinhar cumplicidades».

  • Retórica e Teatro

    A Palavra em acção

    Belmiro Fernandes Pereira (org.)

    Marta Várzeas (org.)

    U.Porto Edições,2010

    Reunindo colaborações de especialistas nacionais e estrangeiros, a presente obra relaciona retórica e teatro, procurando pôr em relevo as afinidades que fizeram destas artes, a partir de Aristóteles, um poderoso instrumento de reflexão sobre a comunicação humana e a criação literária. O volume está dividido em duas partes, de acordo com um critério cronológico: a primeira é dedicada à Antiguidade Greco-Latina, a segunda abarca o período que vai do Renascimento ao séc. XX. Em ambas, o tratamento de textos retóricos e metateatrais, bem como a análise e interpretação de monumentos muito significativos do nosso património literário desenvolvem-se numa perspectiva centrada na performance comunicacional e pretendem contribuir para o progresso desta área do conhecimento.

    Inclui CD-ROM com peças musicais de compositores portugueses dos sécs. XVI e XVII, interpretadas pelo grupo vocal Ançã-ble.

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  • Psiax, n.º6 (série I)

    Estudos e reflexões sobre desenho e imagem

    Vítor Silva (coord.)

    Joaquim Pinto Vieira (coord.)

    FAUP Publicações,2008

    Publicação não periódica, cuja orientação editorial “pretende promover e divulgar estudos sobre o papel e o âmbito que o desenho poderá desempenhar no nosso tempo, quer ele se concretize como processo de compreender o mundo, como meio de aprendizagem e ensino, e como elemento caracterizador essencial de objectos artísticos já existentes ou a criar. (…) dar a conhecer estudos sobre o desenho como imagem.”

    Nº 6 Abril 2008 série I

    Índice:

    1. O véu de Alberti e a origem das máquinas de desenho.
      Pedro Maia

    2. Francisco de Holanda: do informe à forma arquitectónica.
      José Fernandes Pereira

    3. Desenho e vejo a imagem do que imagino.
      Joaquim Pinto Vieira

    4. Funções e tarefas do desenho no processo artístico.
      Cláudia Amandi

    5. O desenho - espelho problemático
      Manuel Ferreira

    6. Pentimento, ou fazer e feito, ou o desenho "abs-ceno", ou, talvez, o elogio do erro.
      Mário Bismark

  • Teatro do Mundo, 3

    What’s our life? A play of passion: Lugares do palco, espaços da cidade

    Faculdade de Letras da U. Porto (FLUP),2008

    Esta publicação encerra o período fundacional do Centro de Estudos Teatrais da Universidade do Porto que, desde 2005, vem treinando as possibilidades de um diálogo tridisciplinar, em 2007 centrado na Arquitectura.  Esta terceira publicação reúne, assim, contribuições cuja diversidade se unifica pelo amplo entendimento do Teatro nas suas linguagens, texto, encenação, cenografia, como nas teorias suscitadas do drama e da legislação sobre a criatividade, ainda na sua multímoda projecção urbana.  O CETUP ilustra aqui, mais uma vez, o movimento de abertura às companhias teatrais, consolidando, a um tempo, um corpo constante de investigadores nacionais e de interessantes parcerias internacionais.

  • O Mundo Perfeito.

    Fotografias de Fernando Guerra

    Luís Urbano (coord.)

    FAUP Publicações,2008

    « (...) Tal como os arquitectos reconstroem um mundo particular em cada projecto, procurando dar um sentido de unicidade a partir das variáveis com que se confrontam – do cliente ao lugar, da geografia ao orçamento, das contingências materiais às limitações estruturais - , as fotografias de Fernando Guerra devolvem à arquitectura essa procura da perfeição possível, “intensificando a realidade retratada”, reconfigurando o mundo que a rodeia.»

    Publicado em simultâneo com a exposição apresentada na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em Abril de 2008.