Novidades

  • Medição de Deslocamento

    Maria Teresa Restivo

    Maria de Fátima Chouzal

    Fernando Gomes de Almeida

    U.Porto Edições, 2019

    Medição de deslocamento, na sua versão em língua portuguesa, é o 2.º volume de uma série dedicada à “Medição de grandezas físicas e químicas”. Ao tratar a medição de deslocamento procura-se clarificar a sua relevância no campo da engenharia.
    Inicia-se com uma abordagem aos conceitos elementares de posição, deslocamento e distância, é feita uma referência histórica à evolução das unidades de comprimento e enumeram-se várias metodologias da medição experimental de deslocamento. De seguida são introduzidos os transdutores de deslocamento mais comuns: resistivos, indutivos, codificadores digitais e transdutores utilizando fibras óticas.
    Para estes vários tipos de transdutores são tratados os diferentes conceitos elementares, incluindo-se ainda os conhecimentos básicos de instrumentação e das técnicas associadas à sua utilização. O último módulo conta com a colaboração de autores convidados, especialistas em optoeletrónica.

  • Laboratórios de Engenharia Química. 2.ª edição

    Reatores em Fase Homogénea, Reatores Catalíticos, Separações não Convencionais e Tecnologia dos Sólidos Particulados

    Adélio Mendes

    U.Porto Edições, 2019

    O papel de um professor é de um inspirador; o professor questiona, provoca e a descoberta acontece, o estudante aprende. O laboratório é provavelmente o ambiente que melhor proporciona a aprendizagem do estudante, que mais impacto tem na sua aprendizagem profunda. E, no entanto, o laboratório é muitas vezes minimizado por docentes e gestores académicos. Este livro nasceu para mostrar que não existe melhor ambiente para aprender engenharia química que nos laboratórios. Foi escrito a pensar na aprendizagem dos estudantes: os trabalhos têm todos cor para ajudar a compreender e seguir os fenómenos químicos e físicos que estão a ocorrer, têm um baixo impacto ambiental, são intrinsecamente seguros, têm um baixo custo de operação e construção e podem ser realizados numa aula de 3 horas. A metodologia proposta é a da aprendizagem através da descoberta, seguido de sistematização dos conhecimentos.

  • Tratado das Cousas da China. De Frei Gaspar da Cruz

    Luís Fardilha

    Zulmira Santos

    U.Porto Edições, 2019

    Escrito por Frei Gaspar da Cruz OP (Évora, 1520 – Setúbal, 5 de fevereiro de 1570] e publicado em Évora por André de Burgos, o Tratado em que se contam muito por extenso as cousas da China com suas particularidades e assi do Reino d’Ormuz (1569-1570) é, tanto quanto hoje se sabe, o primeiro texto impresso integralmente dedicado ao “Celeste Império”. Produto do conhecimento e leitura de fontes anteriores, mas também da experiência do missionário dominicano, numa estadia de algumas semanas em Cantão, o texto descreve, com pormenor e fascínio, a organização de um país admirável pela “multidão de gente, em grandeza de reino, em excelência de polícia e governo, e em abundância de possessões e riquezas”, espelhando a curiosidade humanista pela diversidade de costumes e pelo “inventário” do mundo.

  • E, contudo, elas movem-se!

    Mulheres e ciência

    Marinela Freitas

    Ana Luísa Amaral

    U.Porto Edições, 2019

    Este é um pequeno livro com nomes, vida e poemas. Nomes de mulheres cientistas portuguesas, notas sobre a sua vida, imagens e palavras suas. E, a seu lado, palavras de poetas portugues@s contemporâne@s que as homenageiam ou homenageiam simplesmente o gesto mesmo de rebeldia que foi o de estas mulheres desafiarem e ultrapassarem os limites culturalmente associados ao seu sexo. Partindo da célebre exclamação que Galileu terá proferido perante o tribunal da Inquisição E pur, si muove!, pretende-se assim assinalar contributos das mulheres na área das Ciências, destacando o seu pioneirismo e sublinhando os obstáculos que elas tiveram de ultrapassar para serem admitidas e (re)conhecidas no contexto académico e/ou profissional, tradicionalmente dominado por uma lógica patriarcal.

    In “Introdução”, Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas

  • Maputo. (auto) organização e forma-dinâmica urbana

    David Leite Viana

    U.Porto Edições, 2019

    Este livro apresenta uma nova abordagem na análise morfológica – a metodologia Trac(k)ing – e estuda Maputo através da sua aplicação, com métodos qualitativos e quantitativos que descrevem a influência da configuração urbana na vida social. A apropriação é mapeada no continuum espacial, identificando padrões e tornando explícita a correlação entre relações espaciais, a perceção e os sistemas da capital moçambicana. É revelada a interdependência entre atividades, tecido urbano e malha viária em novas cartografias daquela cidade, traduzindo uma visão crítica do paradigma dominante no planeamento urbano. É indicado como combinar diferentes procedimentos no estudo da urbanização em Maputo considerando os contrastes socio-morfológicos que revela. Da questão central do livro — Como se ajustam instrumentos formais de análise urbana a processos informais de transformação da forma urbana? — resulta uma aproximação à morfologia urbana que a equaciona a partir da respetiva auto-organização e forma-dinâmica, expressas no diálogo entre estruturas planeadas e contextos de informalidade.

  • Pesos e Porções de Alimentos- 3.ª ed.

    Ana Goios

    Margarida Liz Martins

    Ana Carolina Oliveira

    Cláudia Afonso

    Teresa Amaral

    U.Porto Edições, 2019

    A avaliação da ingestão alimentar requer a quantificação da porção de cada alimento consumido. Obteve-se a porção média de alimentos, a partir de pesagens efetuadas por um grupo constituído por cinco nutricionistas. À semelhança da segunda, a presente edição do manual resulta da necessidade de adicionar novos alimentos e de reformular alguns valores de alimentos já apresentados. Adicionalmente, são apresentadas outras formas de apresentação, visando responder às necessidades demonstradas por utilizadores das edições anteriores, nas diferentes áreas de aplicação deste manual.

  • O Bairro da Tabela Periódica

    Manuel João Monte

    U.Porto Edições, 2019

    "Cheio de surpresas curiosas e revelações fascinantes, este texto denuncia também a evidência de que, até nos elementos, conseguimos discriminar o género feminino. E, de forma subtil, enquanto transmite noções fundamentais da química deixa-nos entretidos. Enjoy it as I did!"
    Alexandre Quintanilha

    "Manuel João Monte sonhou estes mesmos elementos, que hoje já são 118, arrumados nos seus quatro blocos para discutir as suas diferentes afinidades e antagonismos. É da diversidade que se faz a Química e também este mundo onde vivemos e de que somos feitos nós próprios. A Química dá força a um argumento que junta os dramas da vida humana com o grande drama da natureza."
    José Ferreira Gomes

    "Há um bocado de tudo, desde referências ao Big Bang e à matéria escura, a uma interessante discussão sobre a dicotomia de identidade-efemeridade dos elementos radioativos e transuranianos ... Por tudo isto e muito mais, “O Bairro da Tabela Periódica” de Manuel João Monte, é um texto de muito grande valor pedagógico e que merece uma leitura atenta."
    Orfeu Bertolami

  • Um Pouco Mais de Luz. Explicando o Eletrochoque

    Jorge Mota

    U.Porto Edições, 2019

    “Que a eletricidade tem a ver com a vida já se sabe desde o tempo da disputa entre Galvani e Volta no século XVIII. No início do século XIX o romance “Frankenstein” de Mary Shelley foi influenciado por experiências de descargas elétricas em cadáveres. Mas foi só no século XX, em 1938, que foram feitas, pelo neuropsiquiatra italiano Ugo Cerletti, as primeiras experiências em humanos. Seguiram-se muitas outras, perante a dificuldade de outros tratamentos de doenças mentais, mas a prática foi sempre controversa. O filme “Voando sobre um ninho de cucos” de Milos Forman, baseado num romance com o mesmo título, ilustra bem essa controvérsia, que teve amplo fundamento. No entanto, o uso da eletricidade como meio terapêutico em certas doenças mentais ressurgiu recentemente. O Dr. Jorge Mota, médico psiquiatra no Hospital Magalhães Lemos no Porto, e especialista na eletroconvulsoterapia (ECT), a técnica mais corrente na área, explica neste livro, depois de uma excelente introdução histórica, os principais conceitos da técnica assim como descreve os seus resultados positivos em doenças como depressões severas, manias, psicoses esquizofrénicas e catatonias. Sempre me interessei pelas relações entre a física e a medicina e aprendi bastante neste livro, em particular que os eletrochoques, se aplicados com adequado critério (consentimento informado, anestesia, etc.), em equipamento certificado e por especialistas experientes, não merecem hoje a má fama que no passado tiveram por via da sua indiscriminada aplicação. Aprendi também que há ainda bastante para aprender: ainda não se conhecem os mecanismos precisos que levam à sua eficácia.” Carlos Fiolhais (Professor de Física da Universidade de Coimbra)